A erisipela, tem um período de incubação de três dias em média, com mal estar geral, astenia e cefaléia, náuseas e vômitos ocasionais, aparecimento de febre alta (até 40º), que pode durar de um a quatro dias, com calafrios, prostração e até delírios, sintomas e sinais que podem ser frustros nos idosos e imunodeprimidos. Aparece então lesão de pele vermelha, brilhante e dolorosa, com edema associado (“casca de laranja”), com bordos definidos, limitando-se à pele e linfáticos, com aumento da temperatura local. Essas lesões se disseminam, evoluindo para vesículas e flictenas, bolhas com conteúdo liquido (citrino, sanguíneo, purulento ou misto, concomitante), ulceras e necrose. Quando complicada, pode evoluir para abscessos, necrose superficial com ulcerações, celulite e fasciíte necrotizante, geralmente associados a Staphilococus aureus e Pseudomonas aeruginosa, podendo evoluir para confusão mental e óbito pela grande toxicidade, em pacientes idosos, diabéticos e imunosuprimidos. O linfedema pode ocorrer tardiamente em pacientes com infecções de repetição.
- Linfangite e Erisipela
- Erisipela
- Sintomas da erisipela
- Epidemiologia da erisipela
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- Fatores de risco da erisipela
- Quadro clínico da erisipela
- Trombose venosa profunda associado a erisipela
- Dermite de contacto associado a erisipela
- Diagnóstico da erisipela
- Profilaxia de linfangite e erisipela
- Imagiologia associada a erisipela
- Medidas para melhorar os sintomas da erisipela
- Prevenção da erisipela
- Complicações associadas a erisipela
- Tratamento da erisipela
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